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@caiofochetto | 31/03/2009 | Em
Notícias

Quais são seus planos para o mês de junho… É verão nos Estados Unidos, mas por aqui já deverá ser inverno – existe inverno no Brasil??? Se tiver, nesse mês de junho você terá motivo duplo para ficar em casa – pelo menos de noite. A série True Blood, uma das mais elogiadas do ano passado, estará de volta para sua segunda temporada.
Ao final deste post você pode ver fotos dos episódios inéditos que estão por vir. A primeira temporada se encerra por aqui neste domingo, e se você correr ainda pode assistir o episódio final de uniforme e tudo, como pode ver nas camisetas acima. A HBO as preparou para a estréia da season 2, que acontecerá no dia 10 do já citado mês… Camisetas legais para o brasileiro, que vive na terra do verão no ano inteiro!
P.s.: Esse não é um post pago!

Será que Jack Bauer (foto) foi infectado pelos agentes biólogicos? É exatamente com essa pergunta que passamos a semana até sair o novo episódio. E logo no inicio vemos todo o trabalho do CCD (alguém sabe o que significa a sigla?) para “limpar” o agente e garantir que todos os exames fossem feitos e que o gás não tenha se espalhado nos arredores. Ameaça “contida” e enqto levavam Bauer para o FBI os resultados dos seus exames ficam prontos e sim ele está contaminado.
Alguém espera q ele morra? Eu não, mas que a doença chamada Creutzfeldt-Jalob tem 99% de chances de se desenvolver ao ponto dele ter reações eu acredito que ocorra e não sei como vão solucionar o caso para salvar Jack já que de acordo com o episódio a doença não tem cura. Ainda sobre essa doença eu acredito que ela se espalhou por alguns programas dominicais e noturnos na televisão brasileira porque sinceramente nunca vi tanta demência.
Finalmente na Casa Branca a notícia sobre a ameaça se concretizou e a presidente logo se armou até os dentes de ódio p tentar destruir o complexo da Starkwood, e de certa forma foi contida pelo gabinete e pelos chefes do estado maior. A solução por hora foi a “sorte” de Tony Almeida de encontrar um aliado, Greg Seaton, que se colocou como desertor dos planos da Starkwood e que recebeu até imunidade da presidente para informar o local onde estavam as armas e que na verdade serviu apenas para atrazar o FBI e dar tempo para Jonas Hodges e sua equipe programar as armas.
O episódio que considero bem inferior ao da semana passada melhorou um pouco no fim qdo a equipe do FBI é surpreendida pelo exercito da Starkwood e qdo fica no ar a dúvida: Vai rolar um tiroteio básico e uma guerra interna para tentar recuperar as armas? Semana que vem descobriremos! Até lá.
Up: A boa interpretação de Rory Cochrane como Greg Saeton, me convenceu que tinha mudado de time!
Down: A constação óbvia de que o FBI não iria recuperar as armas neste episódio.
Agradecimentos: tradutores Ysis, Swim, Play e Elendil e aos The Jokers
Download: 24 Horas: 11:00 PM to 12:00 AM – S07E16 (RMVB Legendado)
Bem vindo à Veridian Dynamics, uma empresa que faz tudo para seu dia ser melhor. A não ser que você more no oriente médio, afinal eles produzem até bombas – e armas letais a partir dos fungos que surgem a partir do apodrecimento de uma abóbora.
Esta nova série da ABC tem um Q de nonsense, mas eu assumo que ainda não saquei onde ele vai nos levar e a que veio. Ok, é engraçado. Tem um protagonista charmosão, que é meio poderoso em uma empresa, mas que na verdade acaba sendo pau mandado de uma executiva bonitona que o traça quando lhe dá vontade.
Ted é um cara inteligente que foi promovido ao carga já citado. Qual o cargo? Enfim, não é o de ser traçado. É o de fazer qualquer coisa, com qualquer coisa. Tipo, um mouse resistente a 190 graus célsius… Para que? Quem se importa? O importante é fazer… E eu tenho a sensação de que em todo episódio ele terá de criar as coisas mais absurdas possíveis, como neste em que congelou um dos cientistas do laboratório da empresa – afinal criogênia já virou ferramenta de trabalho em RH, certo?
Dá orgulho trabalhar numa empresa assim? Pode até parecer que é isto mesmo que a funcionária mais bonitinha de Ted pensa, mas ela usa as entrelinhas para mostrar o quanto está insatisfeita com o trabalho. Além disso há uma tensão entre ela e o chefe, um dos motes do seriado – que prova ter um lado fofinho.
Mas a fofura não fica por conta apenas do caso entre Ted e a Funcionária (e a chefe que o traça de vez em quando)… Há a filhinha de Ted, criada por ele sozinho, afinal a mãe da garota abandonou a família para salvar o mundo… Deu para reparar que a série é cheia de nonsensezinho? Meio exagerada, mas não tanto quanto era a chatíssima Pushing Daisies… Que me desculpem os fãs, mas PD era chata bagarái…
Não sei se vou continuar assistindo afinal esta não é a série mais engraçada do mundo… Eu sei que deveria assistir pelo menos até o episódio três para saber se a série é boa. Mas tem tanta série que inventei um novo critério: só se as pessoas falarem muito dessa série é que vou voltar a vê-la! Se você não tem critério, fica esperto com o link abaixo.
Download: Better Off Ted: Pilot – S01E01 (RMVB Legendado)

O legal de assistir Gossip Girl é que podemos extravasar nossa maldade. Sabe aquela coisa de ninguém gosta de ter medo, mas todo mundo gosta de ver um filme de terror? Dizem que a sensação libera endorfina, serotonina, ou qq outra coisa que termine com ina… Mas a bela verdade é que dá um certo prazer… Em Gossip Girl será que temos o prazer de ver um ferrando o outro?
Bom, se você é o tipo de pessoa que tem este prazer, e eu não te culpo, esse episódio te levará ao ápice desta sensação. Não tem um que sai ileso, a não ser os personagens que não aparecem neste episódio, como Lily – que deve estar ocupada com seu spin off – e o irmão mais novo de Serena, de quem sempre esqueço o nome… Enfim.
O episódio se chama The Age of Dissonance, uma brincadeira com o clássico americano The Age Of Innocence, Falando em clássico, o episódio é cheio de referências a eles, seja um clássico dos livros ou do cinema. As linhas do episódio são: Serena afim do diretor da peça de teatro, Chuck querendo uma prosti de luxo, Blair fudida ferrada pq alguém a tirou de Yale, Neli tendo que usar uma roupa de gorda, Jeny aturando os chiliques do diretor, Vanessa tentando gravar um documentário que não sai e Nate que encafifou que Vanessa gosta do diretor da peça… Ah, tem o Dan, que está privado de ver o novo amor de sua vida, Rachel.
Dai, vamos ao desenrolar da trama. O pessoal está montando uma versão de The Age of Innocence, daí o título do episódio. Até aí, tudo bem… Não fosse o fato de Nely receber um e-mail informando-a que a mesma havia passado em Yale, o que acaba com Blair, que decide acabar com todo mundo. Efeito dominó.
Blair culpa Vanessa, que acaba dando um help a Serena na paquera dela com o professor. Nate vê tudo, mas se confunde e acaba se afastando de Vanessa. Placar: Blair, Nate e Vanessa fudidos ferrados. Rachel aparece no ensaio e troca bilhetinhos com Dan, para isso Jeny vira carteira e não bastasse este extra, agora atura o diretor da peça e a assistente dele. Rufus acaba pegando o bilhetinho e probindo o filho de ver Rachel. Placar: Blair, Nate, Dan, Jeny, Vanessa e Rachel fudidos ferrados.
Vaza por Gossip Girl a notícia de que Serena havia entrado em Yale apenas por ter permitido a liberação de uma nota na imprensa. Chuck encontra Carter (velho amigo da temporada passada) em um restaurante jantando com uma profissional do sexo (não quero ser mais claro) que conheceu durante uma reunião daquela sociedade secreta de episódios anteriores. A mina finge não conhecer Chuck, e todo percebemos que ele está apaixonadinho. Placar: Chuck, Blair, Nate, Dan, Jeny, Vanessa e Rachel fudidos ferrados.
Durante a peça, Nate tem um chilique ao ver que Vanessa está sentada ao lado do diretor, assim, no meio da peça, ele solta os cachorros e começa a desabafar, falando coisas pessoais. Seus amigos lhe imitam e a peça vira uma zona. Placar: Diretor da peça, Chuck, Blair, Nate, Dan, Jeny, Vanessa e Rachel fudidos ferrados. Para encerrar, Serena vai dar em cima do diretor e ele assume ser gay. Placar: Serena, Diretor da peça, Chuck, Blair, Nate, Dan, Jeny, Vanessa e Rachel fudidos ferrados.
Dan desconfia de como essas notícias vazaram para Gossip Girl e conclui que só poderia ter sido Rachel, sua confidente. Chuck finalmente se encontra com a tal “coleguinha” após ela ter sido supostamente rapitada. Ela estava bem, os caras que a raptaram eram da sociedade e queriam apenas apagá-la, só que civilizadamente. Lhe deram dinheiro e pediram para que sumisse, o que acaba com os planos de Chuck de se mudar com ela para São Paulo, no Brasil – isso mesmo! Dan, nervoso, conta para Blair q tinha transado na sala de contra regra com Rachel…
Placar final: Serena, Diretor da peça, Chuck, Blair, Nate, Dan, Jeny, Vanessa e Rachel (esta duplamente) fudidos ferrados.
O episódio se encerra com Chuck indo até a casa de Blair, mas não acaba aí. Na cena seguinte, Blair está deprimida, sentada num bar, e então Carter chega para le pagar uma bebida. Parece que Chuck chegou um pouco tarde demais, para variar.
Melhor frase: As vezes o “herói” faz a coisa certo, mas na hora errada. Frase em off com o Chuck na tela.
Melhor cena: Quando o Nate esquece a fala e todo mundo começa a dar suas indiretas.
Download: Gossip Girl: The Age Of Dissonance – S02E18 (RVMB Legendado)
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@caiofochetto | 31/03/2009 | Em
Notícias
Será que a Gossip Girl em pessoa vai finalmente aparecer no seriado da CW? Vazaram algumas fotos de uma visita de Kristen Bell ao elenco de Gossip Girl, fotos feitas durante esta semana – Será que vamos conhecer a blogueira em figura no season finale da segunda temporada?
De acordo com fontes do E! Online, Kristen Bell não deverá aparecer nas tela, mas o season finale vai ser sobre a tentativa de Serena em desmascarar a Gossip Girl verdadeira. E provavelmente isso não vai dar coisa boa. Eu espero!
Outra novidade sobre o elenco desta série é a de que Chace Crawford poderá estar nas telas de cinema, cantando e dançando. Ainda segundo o E!, o ator participou de um teste neste final de semana para participar do remake de Footloose, que supostamente contaria com Zac Efron (High School Music).
Fontes do site anunciaram que ele se saiu bem. Já Zefron, como Zac é chamado pela imprensa americana, não teria tido a mesma sorte (ou potencial?). Parece que o ator/cantor estava em um tom diferente do que o ator Kevin Bacon costumava cantar no clássico filme.
Independente do fato de Efron ou Crawford ficarem com algum papel, a Paramount Studios se mostra comprometida a trazer de volta o musical dos anos 80, reformulado para uma nova geração. Para se ter idéia do compromisso, o estúdio contratou ninguém menos do que o diretor Kenny Ortega e os über-produtores Neil Meron e Craig Zadan para cuidarem do projeto. Assim, Chace (vamos torcer para ele) estará em bosas mãos.
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@anaemilio | 31/03/2009 | Em
Destaque
Será que o estresse pós-traumático de Owen vai piorar antes de melhorar? Parece que sim!
Na mais recente temporada do drama médico, fomos apresentado a um novo personagem que sofre de um mal muito abordado pela mídia norte americana, o estresse pós traumático. Essa doença, muito comum em soldados ou profissionais que presenciaram a guerra (ramo muito explorado pelos americanos!) vitimou o personagem de Kevin McKidd, ex-Roma, que atualmente se relaciona com a personagem Dra. Christina.
McKidd conta na primeira parte de seu vídeo Perguntas e Resposta no TVGuide, como o assombrado Dr. Hunt mais uma vez – e em um grau mais assustador – direciona seu drama de forma errada a sua amada, Cristina, em episódio recente da série.
Antecipando este mais novo momento obscuro, McKidd disse ao TVGuide.com que ele “Será um catalisador para que possa colocar as coisas no lugar e torne-se inteiro novamente. Ele realmente ama a Cristina e quer fazer coisas boas para ela e não ser este fardo.”
Ao abordar essa delicada tarefa, McKidd declara-se “sortudo” por ter Sandra Oh como sua parceira de cena, dizendo “Ela é uma atriz muito comprometida.”
McKidd também dá crédito a série por percorrer este caminho tão tortuoso com seu veterano de guerra. “Estresse pós-traumático tem um estigma, então eu acho realmente ótimo que uma série está contando a história de uma maneira correta, explorando e colocando a mão na massa,” ele diz.
McKidd continua dizendo como a profundidade do desespero de Owen – e o conselho de uma certa pessoa – o levará a procurar a ajuda da Dra. Wyatt, a psiquiatra interpretada por Amy Madigan. “É difícil para ele,” observa o ator, “porque ele não é um cara muito falante… mas eles trabalham muitas coisas.”
Grey´s Anatomy está atualmente em sua quinta-temporada.
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@caiofochetto | 31/03/2009 | Em
Notícias
Você pode ou não ter um bom plano de saúde, fique tranquilo! Apesar da pouca audiência em sua temporada de estréia, uma das mais famosas, diferentes e recentes séries da HBO está prestes a voltar. A HBO anunciou recentemente seus planos de renovar o drama de terapia In Treatment para mais uma temporada.
O que eu não esperava fosse vê-la na tela tão rápido… Mas parando para pensar, não é uma série difícil de se produzir. O desafio está todo no roteiro e nas interpretações. Cenários e figurinos são itens de acessório aqui.
A série fala sobre o psicoterapeuta Paul Weston, interpretado magnificamente por Gabriel Byrne, o padre de Stigmata. Na temporada anterior tínhamos um capítulo a cada dia útil da semana – tirando o sábado, que não é nada útil pra ninguém! Naquela época o Doutor vivia em Washington, atendia seus pacientes de segunda a quinta e na sexta era sua vez de ser analisado por Gina Toll, interpretada por Dianne West – vencedora do Emmy.
Com a renovação, a HBO anuncia mudanças. Além de um elenco inteiramente novo, o seriado ainda contará com um novo membro na equipe técnica. Warren Leight, vencedor de um Tonny de melhor script, já tem experiência com séries. Ele participou de Law & Order: Criminal Intent. Ele trabalhará junto com Rodrigo Garcia, Mark Wahlberg, Stephen Levinson e Hagai Levi, mas como um produtor executivo.
Outra mudança anunciada é a mudança de local. De Los Angeles, iremos a Nova Iorque, pegando assim uma carona nas vantagens oferecidas pelos benefícios fiscais da cidade. O mesmo fato aconteceu recentemente com Ugly Betty – o que na minha opinião beneficiou muito esta série. A nova temporadda estreará ainda neste ano e deve começar a ser gravada no outono dos Estados Unidos.
Enquanto a série tinha audiência fraca, era aclamada pela crítica. Seu formato, roteiro e até mesmo a música de abertura eram baseados no original Batipul, um programa de TV de Israel. Tanto lá como nos EUA (pelo menos na primeira temporada) a série era exibida de segunda a sexta, porém agora, na segunda temporada do remake, a coisa muda. Ao que parece serão exibidos três episódios aos domingos e mais dois às segundas-feiras, mas esta informação não é confirmada.
Todos os pacientes de Dr. Paul serão novos neste segundo ano, assim sendo, nos despedimos de Melissa George, Blair Underwood, Mia Wasikowska, Michelle Forbes e Jake Richardson. Dentre esses, um já sabíamos que não estaria de volta. O personagem de Underwood, Alex, era um piloto de guerra e morreu na temporada anterior, dando espaço a seu pai – uma das melhores interpretações de ator convidado na temporada anterior.
House perdeu o rumo de casa! Here Kitty, o último episódio da série, tem o que há de melhor e pior nela. O melhor vem na forma de suas piadas e referências, a interação de House com sua equipe e o já amado humor do brilhante médico.
O pior é que, assim como todos os episódios desta temporada até aqui, a série resume-se ao clichê “salvar um paciente por semana”, ou seja, a série está presa a sua fórmula inicial, não há nenhuma história “maior” se desenrolando enquanto House está curando seus pacientes e, pelo andar da carruagem, fica evidente que não há muito esforço neste sentido.
A imaginação dos roteiristas está tão em baixa que este último episódio foi baseado em uma história verídica e bizarra para chamar atenção da audiência. Óbvio que muitos dos casos vistos em House são reais, mas daí a usar a história surreal de um gato que prevê a morte de seus pacientes, talvez seja um pouco demais.
Claro que não há como não se divertir com House brincando com seus carrinhos, atormentando o Wilson e a Cuddy e pregando peças do Kutner por causa de suas superstições. O problema é saber quanto tempo House vai conseguir segurar a série sozinho, sem um drama para dar densidade aos episódios e tirá-los da mesmice.
Afinal, se House “adoecer”, quem poderá salvá-lo?
Download: House: Here Kitty – S05E18 (RMVB Legendado)

Um final tão besta quanto toda a temporada, ou seja: digno! Livramos-nos das escatologias e de todo aquele frenesi que domina um season finale de Skins. Não teve perseguição ao som de Britney Spears, assim como ninguém foi atropelado por um ônibus… Não fosse a confirmação das próximas temporadas, poderíamos até ficar no suspense sobre o retorno ou não da série.
Enquanto o primeiro episódio apresentou todos oe personagens e os 8 seguintes delineou a personalidade de cada um, neste último o que vimos foi o encerramente do quadrado amoroso entre Effy, J.J., Cook e Fredy. O caso entre os quadros já havia sido evidenciado no episódio de estréia e se arrastou por todos estes dez e fraquíssimos episódios – se comparados aos das temporadas anteriores.
E a culpa não é do elenco, nem dos personagens. As atuações continuam muito boas, assim como os personagens se mostram interessantes. O que não era interessante era a história que os cercava, muitas vezes beirando o ridículo, senão o sul real.
No episódio anterior podemos dizer que tiver um pré-closer, vendo como Naomi e Emily se acertaram, assim como Emily e sua irmã e Panda e seu namoradinho africano. Faltava então saber que ia ficar com Effy.
Se dá para destacar algo de bem nesse episódio, ou mesmo na temporada em si, foi o respeito dos produtores a esta personagem. Não canso de destacar o fato de Effy ser uma personagem fechada desde o principio. Como elo entre as anteriores e esta nova turma, passamos a vê-la falar. Mas falar não é o mesmo que se expressar. A garota guardava muitas coisas.
E neste final de temporada é que descobrimos o óbvio: Effy era fechada demais para falar e admitir suas sensações. O medo de se admitir e admitir o que sentia a fez cair em complicações como o relacionamento com Cook, enquanto os dois melhores amigos dele também gostavam dela. Sem esquecer o triângulo que a envolveu com Kate e Fredy.
E enquanto a mãe da garota dava todas as pistas sobre sua filha a J.J., algo já despontava: a missão do garoto em resgatar a amizade inabalável dos três mosqueteiros e mostrar a guria que ele pode ser muito mais do que uma misteriosa gostosona (ou uma gostosona misteriosa).
A originalidade da corrida das anciãs foi convicente, mas a escapada de adolescentes em um barco deixou a desejar. A relação entre James Cook e seu pai foi esclarecedora e o crescimento de J.J. poderia ter sido até mesmo tocando. Espero que a próxima temporada nos ofereça muito mais do que tudo isso que foi tão previsível.
Download: Skins: Season Finale – S03E10 (RMVB Legendado)

How much time… do you think?
É questão de tempo… Será? Quanto tempo você demora para se apaixonar por uma série? O que é paixão, na verdade? Acho que definindo uma resposta para as duas perguntas a gente pode entrar numa discussão interessante. Acabei de ver o piloto de Ally McBeal e estou com medo de ser paixão a primeira vista.
Como você pode ter percebido, o box está passando por algumas alterações e com elas vieram novidades. Uma delas é o espaço dedicado às séries que já acabaram. – se chama Box Fechado! Alguma familiaridade? rs – Portanto resolvi me dedicar a escrever sobre Ally McBeal. Vi o piloto e me encantei. Viciei em mais uma?!
Isso me assusta, a possível paixão a primeira vista. Já me encantei com várias séries vendo apenas o piloto – interessante é que a série q mais amo só me ganhou no quinto episódio. Ally está entre estas séries. O piloto é redondo. Dá as premissas, apresenta as personagens, faz com que você se simpatize por elas e ainda traz linguagem própria, com piadas longe de serem clichê.
É série mulherzinha, mas é série muito boa. Não é um Lipstick Jungle da vida que coloca as mulheres numa posição de poder imbatível, mas ao mesmo tempo dá a elas dramas tão vazios que até os dramas de certas donas de casa desesperadas podem ser mais interessantes.
Ally é uma mulher apaixonada que construiu as bases de sua vida sobre o amor por um homem. homem que conhece desde pequena, com quem deu seu primeiro beijo, depois seu primeiro beijo de língua, com quem teve sua primeira vez e com quem fez a faculdade… Até o cara receber uma proposta e se mudar para bem longe, deixando-a apenas com uma carreira em curso e a incerteza do que estava fazendo… Era isso mesmo que ela queria?
Parece que sim. Assim como o cara escolheu o direito, Ally também escolheu. A diferença é que eles escolhem estados separados. Anos depois ela está estabelecida em uma firma de advocacia, mas acaba sendo mandada embora pq um cara apalpa sua bunda. Isso mesmo! O cara apalpa a bunda dela e ela ainda é mandada embora, afinal estamos falando sobre direito aqui e isso é mais controverso do que física quântica as vezes.
Ao sair da firma, esbarra em um colega de faculdade e logo é re-contratada. O problema? Mal sabia ela que seu ex-namorado (a.k.a. amor de sua vida), aquele mesmo que a trocou por um emprego em outro estado, estava trabalhando na mesma empresa. Fala se esta já não é uma premissa capaz de arrebatar qualquer fã de série mulherzinha?
A partir daí vemos Ally tendo o caso do apalpamento de bunda sendo defendido por seu ex, o que a obriga a ter uma relação ainda mais próxima a ele – o ex, não o apalpador. Assim, acaba sendo apresentada a sua atual esposa (!). É, tudo isso já no episódio piloto. Outra linha de drama se desenvolve.
O caso do apalpador acaba sendo resolvido e as coisas parecem se estabilizar. Ally aceita ficar na nova firma e admite ao ex o quanto ainda o ama, mas que quer aprender a lidar com o fato. Sobre as coisas que mais gostei, ressalto as cenas onde vemos o que Ally pensa ou sente, sua melhor amiga, e sua secretária cuja cabeça infla enquanto vai falando (e ela não cala a boca nunca).
Melhor frase ou diálogo:
_ Eu realmente te odeio e estou sendo sincera!
_ Eu te odeio também! Eu juro!
Melhor cena: O ex de Ally a chama para tomar um café e ela se vê junto com ele, romanticamente pelados, tomando banho dentro de uma caneca de café enorme! Ou então a cena em que ela encolhe na cadeira…
Download: Ally McBeal – Piloto – S01E01 (RMVB legendado)
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