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@caiofochetto | 31/10/2007 | Em
Notícias
Após quase dez anos de espera, os fãs podem comemorar: a FOX marcou finalmente a data das gravações do segundo longa-metragem de Arquivo X. A produção começa a ser filmada em 10 de dezembro desse ano, em Vancouver. David Duchovny e Gillian Anderson – intérpretes dos agentes Fox Mulder e Dana Scully – estarão de volta a seus papéis. A direção será de Chris Carter, criador da série. Carter também assina o roteiro, junto a Frank Sponitz (a dupla trabalhou junta no longa lançado em 98).
Isso confirma a informação dada por Duchovny no final de setembro: o ator disse que o roteiro já estava pronto e as filmagens começariam no finalzinho desse ano. Por enquanto, o estúdio vem se referindo ao projeto como “Done One”.
A série Arquivo X estreou nas telas da FOX em 1993, se tornando um enorme sucesso. O último episódio foi ao ar em 2002.
fonte: almanaque virtual uol
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@caiofochetto | 30/10/2007 | Em
Notícias
Deixem a Marissa em paz…
Vim defender a Marissa neste post, como a K fez logo que acabou o mês especial Sex and the City, a favor do Aidan… O mês
The OC acaba logo logo, portanto vim criar este manifesto sem pé nem cabeça.
E quais motivos tenho para defendê-la? Acho que o primeiro já cala a boca de muita gente: ela morreu e não se fala mal de gente morta. Todo morto vira santo, por mais que tenha sido dramático, garota(o) problema e o que mais puder de ruim.
Mas vamos entender Marissa. Que tipo de pessoa você seria se fosse criado por Julie Cooper? Que lições da vida você aprenderia? A ser uma pessoa boa, a ser um filho pródigo? Ou a dar o golpe do baú, se meter em confusão e sempre se safar?
Percebem que a garota não tinha muita opção. O meio influencia, e olha que Marissa ainda teve muito controle, poderia ser uma garota pior que tinha um caso com o amigo nerd da amiga só pq ele é filho de mãe rica, ao mesmo tempo em que namorava escondido o irmão adotivo do cara e transferia o dinheiro da família Cohen para sua conta na Suiça.
Por isso, Marissinha Toutch Fine, onde quer que esteja eu ainda visto a camisa: FREE MARISSA. Voa, borboleta, voa…
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Califórnia way of life…
Um dos grandes clássicos da TV no anos 2000, The OC conquistou audiência e grande ibope. Por isso, no mês das crianças, a Ana e a K toparam fazer essa homenagem aos fãs da série – e neles se inclui o Caio. Tem cantoria de vinhetas, dicussão de trilha sonora, é ruim mas é bom e melhores frases! Leia mais
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@caiofochetto | 26/10/2007 | Em
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Warner anuncia temporada final de Roma em DVD
Cinco discos foram necessários para encerrar os desdobramentos do assassinato de Júlio César, histórico personagem, quase mitológico. Ao mesmo tempo em que estes discos são colocados a venda, a multinacional Warner reduz o preço da primeira temporada (merda! Só pq eu já comprei a minha).
O lançamento no Brasil acontece no próximo dia 8 de novembro. Os DVDs da produção em série mais cara do mundo trazem os dez episódios finais da série. Roma – A Segunda Temporada Completa (Rome – The Complete Second Season, Reino Unido/EUA, 2007, 658 min.) narra os acontecimentos posteriores ao assassinato de Júlio César (Ciarán Hinds) por Brutus (Tobias Menzies), quando a República encontra-se ameaçada por uma guerra civil.
Personagem polêmico e representativo, mudou a história do mundo e inspirou grandes clássicos que hoje se desdobraram em filmes, como Guerra nas Estrelas. Encarado como tirano, em ambos os sentidos da palavra (tanto o original quanto o ruim), Júlio César hipnotiza mesmo após sua morte trágica.
Com duas indicações ao Globo de Ouro e catorze ao Emmy – das quais sete converteram-se em prêmios – Roma é considerada um dos melhores títulos recentes da teledramaturgia mundial. A precisão com que a sociedade mais poderosa da Antigüidade foi reconstruída é resultado de um esforço que incluiu a construção do maior set de filmagem da história e sessões de treinamento militar para atores e figurantes.
Na segunda e última temporada, o vazio de poder após o assassinato de Júlio César deixa Roma sob uma guerra civil que ameaça destruir a República. Enquanto Marco Antônio (James Purefoy) alia-se a Atia (Polly Walker) para tornar-se o novo governante, Brutus busca redimir-se diante do povo que o condenou como assassino. Enquanto isso, Lúcio Voreno (Kevin McKidd), arrasado pela tragédia, recebe o apoio do amigo Tito Pullo (Ray Stenvenson). Mais uma vez, os destinos de ambos estão ligados ao destino da própria Roma.
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@caiofochetto | 26/10/2007 | Em
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O que uma verdadeira série sobre adolescentes tem que trazer?
Você pode responder o título pelo óbvio: adolescentes! Pois é. A fórmula de seriado teen virou carne de vaca. Há muito que ela se reproduz apenas trocando elenco e locações. Na essência os dramas são os mesmos. Talvez os roteiristas mudem a linguagem, afinal de contas não podemos comparar o pensamento adolescentes de Barrados no Baile com o de Dawson´s Creek. O existencialismo desse último é muito mais aflorado – e chato, porque não?!
Mas a característica principal, e que liga todas estas séries, é o elenco formado por adultos de quase trinta anos representando mirradas crianças/adolescentes de 14 adiante. Alguns não tem cara nem físico e fica forçado acreditar que eles representam aquelas pessoinhas problemáticas. Abrimos concessão porque é legal relembrar esta fase, ou mesmo ficar irritado com o fato de que fomos tão irritantes quanto eles.
O destaque do mês neste blog é The OC, por conta de nosso podcast. Poucas vezes abrimos por aqui exceção para comentar séries que ainda não foram encerradas. E quando o fazemos é apenas para avisar que tal ator, de tal série encerrada, está nesta ou naquela novidade. Compreensível, afinal este blog/podcast é para contemplar aquelas séries que nos deixaram saudades… E muitos desses dramas adolescentes estão na nossa memória.
Agora é a parte do texto onde dou um giro de 180º e começo a falar de um seriado novo, ainda na primeira temporada (mas com a segunda já confirmada). Estou falando de Skins! A série inglesa que traz o mundo adolescente de forma nua e crua, que por vezes violenta nossos sentidos. O legal da série é que todos são adolescentes de verdade, fala de sexo e de drogas explicitamente, ao invés de insinuar, ou fazer de forma recatada/recalcada.
Talvez você assista e pense que falta pudor – dos roteiristas, não das personagens! Talvez pense que adolescente nenhum fala fuck ou derivados tantas vezes quanto este grupinho classe média do Reino Unido. Mas vale a pena dispensar o pensamento pré concebido e prestar atenção à crítica social que o seriado propõe, sem deixar de ser legal e engraçado.
Geração perdida? Talvez sim, mas a referência é válida para aqueles que querem repensar o rumo das coisas. O roteiro não é fantástico, mas é bom. É realista… Os clichês estão todos ali, porém muito bem disfarçados e só o fato de adolescentes de verdade interpretarem os dramas desta época da vida já faz com que a série desbanque The OC e similares no quesito qualidade de atuação. A trilha sonora é cool, porém escassa. Esse é o ponto onde uma série teen nunca deve falhar. Tendências são definidas ali, mas em Skins a única tendência parece ser marca de um celular. Referências pop também são poucas, mas tudo bem, só vi o episódio piloto.
Skins, pelo pouco que sei, ainda não está confirmada em nenhum canal pago do Brasil, mas pode ser baixada facilmente por torrent ou download comum. Peça ajuda para o Paul, procure em comunidades… Orkut está aí pra isso.
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@caiofochetto | 24/10/2007 | Em
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Já enfatizamos o suficiente que The OC É DRAMA, mas acho que faltou dar base a estes comentários. E como todos gostamos de uma bela listinha, tratei de montar e ordenar os maiores causadores do programa – que graças a Deus não trouxe nenhuma Camila raspando o cabelo tocando Lara Fabian… Mas renderam momentos inesquecíveis!!!
Julie Golpista Cooper
A maior de todas as bafonésias só poderia ser a pilantra da Julie Cooper. A prova de que bafon é coisa de família! E nisso ela soube educar tanto Marissa quanto Kaitlen. Julie simplesmente causava: teve caso com o namorado da filha, deu o golpe do baú no pai da melhor amiga, enganou a sócia que tentou ajudá-la, tentou separar a filha do namorado e, depois quando eles não queriam mais ficar junto, ela é que queria. São tantos bafons que fica difícil colocar numa ordem. Dava para fazer um lista de 100 melhores em um especial do E!…
Free Marissa
Filho de peixe, peixinho é… E se Julie Cooper era um peixe, deve ter sido um bacalhau, pq a coisa fedia. Já sua filha Marissa era bafonésia mas nem tanto. O mais legal é como os roteiristas de The OC cruzavam as informações. Lembra que já deduramos a “ladrona” da Marissa? Pois é, assim como Winona Rider, nossa querida Drama Queen Surfistinha também tinha problemas com cleptomania. Esse é um dos bafons, mas o legal disso tudo é que depois que Marissa atira no Trey (ops… Spoiler!) ela é julgada e ameaçada de ir presa. Foi então que o pessoal de Orange County inventou um manifesto: Free Marissa!!! Eu queria uma camiseta ou um boton oficial do movimento… Quem não lembra do Free Winona???
Kaitlin e seu poney careca
A menina era insuportável já de pequena. Chatinha desde o episódio piloto (quando era interpretada por outra atriz). Tão chata que conseguiu estressar seu poney e deixá-lo careca. Depois foi mandada para o internato. Causou tudo o que podia e voltou para o condado laranja. Nisso seus queridos coleguinhas de classe começaram a perseguí-la. Não contente fez um inferno na vida da irmã. Introduziu Seth às drogas e… Ah, vamos parar por aqui. Acho que já viram que o currículo da garota é extenso.
Charlote, bêbada e amiga falsa nas horas vagas
Essa foi A GRANDE pilantra. Conheceu Kirsten na rehab, se aproveitou de um momento de fraqueza tornando-se “amiga” da loira magoada. Mas como amiga mesmo a Kirsten só tinha a Nathasha (Vodka). Com o tempo se apegaram – o suficiente para Kiki deixar de lado marido e filho. Continuou com o plano, que já estava capenga, até Julie Cooper descobrir o esquema. Foi então que as megeras se uniram, mas por força do destino a mãe Cooper decidiu ser honesta e apoiar a amiga que sempre esteve lá por ela. Momento redenção máxima da série. A participação de Charlote foi pequena, até porque não tinha mais bafon pra causar, Julie Cooper já tinha esgotado a imaginação dos roteirista.
Os Genes (ou Jimmys) do mal
Encerrando, vamos colocar algum homem nesta lista!!! Ele vem comprovar que pilantragem é legado dos Cooper. Há um cromossomo, uma particular de DNA, um gene ou qualquer coisa do tipo que empurra essa família a ter um comportamento paraguaio. São propensos ao pilantrismo por hereditariedade, não é possível. Jimmy Cooper gastava até o que não era dele. Não dizia não à família e no final ia chorar as pitangas para Kiki, que sempre foi boazinha demais – para não dizer burra! Mesmo assim o cara voltava a se meter em merda. Fez tanta burrada que os roteiristas não tinham mais o que inventar, então fizeram ele fugir, assim, do nada… E dizem que os opostos se atraem… Jimmy e Julie era perfeitos um para o outro!
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@caiofochetto | 17/10/2007 | Em
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Destacando as coisas mais erradas em The O.C., se é que tem alguma coisa, já que a série é perfeita – lalalalalalalala canta o fã que boqueteia a série em um campo de flores delirante…
Uma protagonista chata
Ela começou bem (na verdade, errada, já q tinha namorado e dava em cima do Ryan!!!), o cabelo era ruim no começo, o figurino ainda não ajudava, mas ela era legal. Daí passaram-se alguns episódios e legal mesmo era ver a Julie Cooper. O que aconteceu com a Marissa? Pq ela ficou tão insuportável? A Summer, que era a Bitch da série, caiu no encanto dos telespectadores, mas a Chatissa se tornou insuportável de morrer e, bem, ninguém pode deter o destino, (spoiler) que se consumou ao final da terceira temporada… Gente, dizer que a Marissa morreu ainda é spoiller? Isso rende uma boa enquete, heim!? Vai pro podcast!
Matar a protagonista
Ta que ela era chata, meu Brasil. Ta que os roteiristas aprontaram de um tudo com ela – menos tentar fazer ela voltar ao normal e ser gente fina. Mas matar a Marissa não era necessário. Não daquele jeito ridículo que fez até a trilha sonora de Imogen Heap ficar engraçada…
A série perdeu muito com a saída de Mischa… Mas, se era o que tinha, tudo bem. Legal mesmo foi ler os bafons sobre a saída da inglesa. Vááááárias fofocas e até hoje nenhum conclusão. Essa pode ser uma outra enquete: Porque a Mischa saiu mesmo de OC???
Taylor Legal
A Taylor era a melhor do seriado. Uma mini bitch nerd invejosa das boas. Meio exagerada, mas estamos falando de uma série teen americana, não estamos? Imagine uma malhação estados unidense! Tem que ter gente bizarra! Então, ela era a melhor! Até fazerem ela ficar legal e boazinha… Qual a necessidade disso? Não queriam contratar alguma atriz para o Ryan namorar depois da partida da Marissa? Faz o favor! Economia de casting, não…
Todo mundo cata todo mundo
Gente, isso é um seriado, não é uma balada… Julie Cooper cata Luke, que catava a Marissa, que catava o Ryan, que cata a Taylor, que queria catar o Seth, que catava a Summer, que queria ter catado o Ryan e que catou o Zach… E a bêbada da série era a Kirsten, logo: ninguém tinha desculpa pra tanta putaria!!! Promiscuidade??? Americanos puritanos, a série era sobre adolescentes, não sobre o carnaval.
A zueira com a quarta temporada
Ta que o anúncio do fim já era obvio, que ia acabar e todo mundo sabia, mas porque a série despiroca na quarta temporada? Chegou a parecer birra do tipo: ainda tenho 10 episódios, vou brincar de fazer seriado!!! Ainda bem que só foram 16 episódios ao todo, porque já estava acontecendo de um tudo em Orange County a essas alturas. Tenho a sensação de que os produtores queriam menos ainda do que 16 episódios. Só isso explicaria.
Para encerrar, a já comum frase do Cohen:
“Sou uma reação alérgica ao mundo.”
Seth Cohen
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@caiofochetto | 14/10/2007 | Em
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The OC não foi apenas uma série a falar sobre como é difícil ser rico, bonito e jovem!!! Foi um festival de boa música, e não canso de comentar isso aqui. Era ponto forte da série, fato. Mas as músicas não só tocavam no seriado, elas estavam no seriado! No Bait Shop, para ser mais específico. E por lá não aconteceram somente apresentações musicais… Enfim, estes são outros quinhentos… Segue a lista das cinco melhores apresentações de rock and roll no central perk californiano
Começamos de baixo pra cima, do quinto ao primeiro. Modest Mouse aparece no episódio The Family Ties e toca The View. Tudo isso num episódio que inclui confissões de um rico milionário também conhecido como Caleb, sem esquecer os Cohens tentando dar as boas vindas para Lindsay, nova integrante da família, e Jimmy mais uma vez entre a cruz e a espada pois Marissa descobriu seu relacionamento com a ex-mulher do cara (que também é a mãe de Marissa), vulgo Julie Pilantrona Cooper!!! Oh Gosh… Que terrível! O Cara estava tendo um caso com a ex-esposa, mãe dos filhos dele! E Seth tentou ser um bad boy a la Ryan, só para impressionar. Alguém conta pra ele que ele já nos impressiona!!!
Death Cabie for Cutie é a quarta banda da lista. Se apresentou no episódio The O.C. Confidencial (vigésimo da segunda temporada). Neste, após a confusão na mansão de Caleb, Sandy e os garotos arquitetam um plano para salvar um outro Atwood de ir para a cadeia – É a sina dos Atwoods. Apesar de Seth esquecer de ir ao show do Death Cab, a banda merece atenção.
Outra participação legal, nosso terceiro lugar, talvez não seja tão conhecida… É um híbrido de Weezer com Queen. Estranho, não? Mas ouçam, vale a pena! A banda se chama Rooney e foi a primeira das bandas a participar da série (décimo quinto episódio da primeira temporada). Eles fizeram um sonzinho legal no episódio The Third Wheel, quando a irmã problemática de Kirsten muda para a casa dos Cohen e coloca a vida deles de cabeça para baixo. Não à toa a banda toca Sho-Should Shake it, exatamente o que está acontecendo na relação de todos: uma balançadinha na situação. Veja bem, Seth e Ana abalam Summer pois agora são um casal. Ryan também se sente abalado com a amizade florescente entre Marissa e Oliver. Viu? Um terremoto. bem que disseram que a costa oeste dos EUA um dia desapareceria. A falha de São Francisco tem nome e se chama DRAMA!!!
Segundo da lista, os jovens do The Subways tocam o que deveria ser o tema de Marissa: Rock and Roll Queen!!! Pq sim, ela é perturbada o suficiente para assumir esse posto. Já se drogou em Tihuanna, já acorda com um copaço de Vodka. Enfim, ela tem o estilo punk/pistols de ser. A apresentação acontece no episódio The Anger Management (sétimo da terceira temporada) quando o pessoal decide assistir ao show da banda Nova Iorquina (que difícil decisão). Os bafons: Taylor consegue causar uma briga entre Seth e Summer, Marissa quer acabar com a rixa “Ryan x Volchok” e Matt, novo parceiro de Sandy no Grupo Newport, ultrapassa seus deveres profissionais.
Encabeçando a lista, nosso primeiro lugar, no episódio The New Era (quarto da segunda temporada) The Killers deu às caras em Orange County para uma apresentação intimista. Tocaram Smile like you mean it, o que veio a calhar, já que Seth estava sem namorada e Sandy havia sido demitido. Ryan e Seth vão a um encontro duplo estranho, no badalado barzinho, onde assistem ao show da já citada banda de Las Vegas.
É isso… Encerramos com um dito Seth Cohen:
“Ela (Summer) superou a fase das drogas tem um tempo e acha maconha infantil. Contar para ela que estou fumando isso é o mesmo que assumir estar viciado em jujuba”.
Seth Cohen
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@caiofochetto | 13/10/2007 | Em
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Fim de semana é assim, nada ou pouca bosta pra fazer… Tem sido bom para adiantar a quantidade absurda de seriados para assistir. Ô coisa ruim (ironia), mas as vezes a vida real nos chama para viver… Mas, antes de sair de casa para fazer alguma coisa após tantas horas de cama (e nem estou doente) fui procurar algumas legendas para Damages, Ugly Betty, My Name Is Earl e Weeds (algumas das séries que estou acompanhando), eis que encontro no legendas.tv a coleção de legendas em português de Punky Brewster!
É, lembram dela? A menina cresceu! Aprendi tanto com ela:
Saiba dizer não!
Saiba dizer não!
As chiqueletes, a casa na árvore… Melhor seriado da minha infância EVER! Assistia sempre. Era na época que o SBT tinha horário a noite para os enlatados americanos. E eu assumo: amava! O desenho e a série eram ótimos. Sentia falta do Glomer no seriado, mas convenhamos: naquela época seria impossível inserir um ursinho/bichinho mágico… Foram anos antes de qualquer Golum ou Dobby.
Pois baixei as legendas, fui no torrentspy.com procurar pelos avis da série. Encontrei. Mas o download não se inicia. Tudo bem, foi assim com Melrose Place. Demorou mas veio. Hj tenho todos os arquivos, mas só uma legenda (feita pela Luna – Gracias!), enfim… Quem disse que viver seria fácil?
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@caiofochetto | 11/10/2007 | Em
Notícias
Como em todo especial, algumas coluninhas já vão virando praxe… Essa aqui é um exemplo. Vamos levantar a moral e listar o melhor de The OC, série que mais vendeu DVDs em todo o país. E a sua opinião se faz necessária, é claro!

Pode dizer que a série era ruim, que foi puro drama e o
escambal, mas
The OC não foi sempre assim. Em seu início a série caminhava em perfeita comunhão com as coisas boas da vida, com as coisas lindas de Deus. E isso era resultado do trabalho duro de um dos produtores executivos mais
fodas da
atualidade. Por isso
Josh Schwartz fica com o
quinto lugar da nossa lista. Tá, no final a série ficou uma merda, mas vamos considerar as tendências que a série trouxe, as referências à tecnologia, moda, cultura
pop e tudo mais. Juntar tudo isso num mesmo produto é
foda, mas o cara fez com
maestria.
Em quarto lugar temos um dos elencos mais lindos da TV americana. Você se lembra de alguma série que reuna tantos lindos por metro quadrado? Nunca vi tanta gente linda e problemática no mesmo programa de TV… Pq se fosse só gente problemática eu já teria visto em casa, no trabalho, em reuniões de amigos… hehehehehe… Ou então quando me olho no espelho.
Seguindo a lista, em terceiro lugar chegamos à mais fashion jovem americana (apesar da atriz ser inglesa) dos últimos tempos. Marissa era chic de morrer, se permitem o trocadilho. Uma Carrie Bradshaw consertada! Ela podia ser chata e ter todos os problemas do mundo que se possa imaginar, mas se tinha uma coisa em que ela não decepcionava essa coisa era o figurino. Super chic a menina, meu Brasil! Nem as dicas de moda da Rolling Stone chegam aos pézinhos lindos com sapatilha que só Mischa apresentava….
Agora a parte difícil. Talvez ele deva ser o primeiro da lista, mas a dúvida é cruel (o já primeiro da lista tb é imbatível)… Quem não se apaixonou por ele??? Quem ousou assistir The OC sem suspirar pelo nerd mais fofo, inteligente, perspicaz e engraçado que já existiu? Os melhores diálogos e sacadas vinham de Seth Cohen. Figurino impecável, aparência que não precisa nem de comentários… Ei, ei, ei, Seth Cohen é nosso Rei, em segundo lugar!!!
Finalizando a escala rumo ao melhor e mais legal do seriado especial do mês, chegamos ao primeiro lugar do que há de mais bem feito em The OC: a trilha sonora. Uma verdadeira escola de gosto e música para muita gente. Não conheço uma pessoa que assitia a série sem cantar na abertura, todo empolgado e de voz alta. Ou então que tenha ouvido uma música sem ir pesquisar quem a cantava e mesmo ter feito o download… Seis CDs lançados, seis recordes de vendas…
Ecerrando como de costume: Frase Seth Cohen modo de ser:
“Eu não consigo dizer eu te amo para outro homem, mas eu tb tenho um grande afeto por vc, pai!”
Seth Cohen
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